segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sinto, não poder sentir-te



Vai de lá o Sol poente, iluminando sozinho o céu celeste, nuvens rubras insistem em desmanchar tal claridade mas desaparecem nos gotejos do sereno adiante.
Tempo falho este, que mede em ponteiros a sua volta.Um retorno sem precedentes de lembranças, vagas gavetas com fotos incolores.
Cá estou, com ternura fugaz perguntando a minhas razões como poder esperar, sem nunca ter sabido se de algo posso gostar.
Avisos incessantes correm a me socorrer, palpitaçoes frequentes fazem guiar-me na escuridão, penso por pensar, prática de mero cotidiano.
Sonho em meios intervalos, pois desperto no real, sem citações para contos imaginários. Passos sem rastros, leves pegadas na areia de mar.
Olhares perdidos, inebriados, a procura de alguém que a finos traços desenhei. As folhas caem por necessidade, mais uma estação se finda, ciclíco como tal você retorna, me pertencendo.
Marés atravessam a orla, recuam e retornam mais intensas, ansiar por sua volta é justificar para mim que quanto mais longe formos mais fortes nos tornaremos.





5 comentários:

  1. LINDO *-*
    aioehoiaeh

    dá umas aula de portugues aê Lyhaazita :/
    to precisando em kkkk

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  2. algo a se lembrar pra sempre...

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  3. Lyha, já pensou em escrever um livro de poesias ou contos? To procurando parceria pra tocar um projeto pra frente. Você escreve super bem, então cogitei você. que acha? podemos trocar umas ideias amanha na aula.

    bjão =]

    obs: meus textos literários estão no meu blog, sob um tag chamado Prosiário Poesieiro, dá uma olhada lá.

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  4. Legal, não tinha visto o site até agora e me arrependo um pouco xD.
    Muxo Massa, continua assim vc tem talento =] e mais uma coisa( me da aulas de portugues ai #2).
    kkkkkkk

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